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MUSICALIA

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sábado, 19 de setembro de 2009

Mariah Carey

Artistas
ArtistaDiscografiaLetrasNotíciasUma carreira de sucesso vastamente premiada. Assim pode ser resumida a trajetória artística de Mariah Carey. Encontrou em sua mãe o alicerce para conquistar o mundo da música no início dos anos 90 e tornar-se uma das mais conhecidas e aclamadas cantoras de sua geração. Tendo esse fato aliado ao talento musical, Carey também conta com uma beleza singular e bastante marketing para garantir seu posto entre as maiores cantoras do mundo.



Mariah Carey nasceu no ano de 1970, em Nova York, Estados Unidos. Seu pai, de ascendência venezuelana e sua mãe, filha de irlandeses, se separaram quando ela tinha três anos de idade, ficando ela e seu irmão mais velho sob os cuidados da mãe, Patrícia. Ela, por sua vez, foi cantora de ópera, jazz e professora de canto, sendo assim, logo percebeu na filha o rato talento musical que tratou de acompanhar de perto, sendo sua instrutora e principal incentivadora. Enquanto Mariah cursava o ginásio, começou a escrever suas primeiras canções e concluído o colegial tratou de se enveredar de vez no universo musical.



O pontapé inicial foi o emprego de backing vocal de Brenda K. Starr, que não hesitou em levar uma fita demo de Carey para o presidente da Sony Music. Em pouco tempo já havia assinado seu primeiro contrato com a Columbia Records.

Em 1990 é lançado seu primeiro e bem sucedido álbum, Mariah Carey. As composições deste disco são influenciadas pela música gospel e pelo R&B e o resultado não poderia ter sido melhor: As músicas 'I Don't Wanna Cry', 'Love Takes Time', 'Someday' e 'Vision of Love' alacançaram a primeira posição nas paradas musicais do Estados Unidos e Carey recebeu dois prêmios Grammy: Artista Revelação e Melhor Cantora no mesmo ano de sua estréia.



Lançado no ano seguinte, Emotions mantém a "febre" causada pelo primeiro trabalh. A exemplo do disco anterior, o nome da cantora aparece em todas as composições — como co-autora — e a faixa-título do álbum já entra em primeiro lugar do Top americano em sua estréia. Estabelece-se um record: é a primeira vez que 5 singles de um mesmo artista entram em primeiro lugar na rádios em seu lançamento. O marco anterior perdurou por 21 anos, e pertenceu aos Jackson Five, que haviam colocado 4 músicas no topo. Em 1992 aproveitando a onda de sucesso de outros artistas e talvez por estratégia da gravadora, Mariah grava o Acústico MTV.



Music Box (1993) continuou a sustentá-la nos primeiros lugares das paradas. O álbum é, até hoje, um dos mais vendidos de sua discografia, foi "apenas" 10 vezes álbum de platina e a música 'Dreamlover' tornou-se um de seus principais hits. Já em 1994, Carey opta por um álbum comemorativo, Merry Christmas. Além do disco, a cantora recebeu no mesmo ano vários outros prêmios, dentre os quais se destacam o de Artista Feminina do Ano, concedido pela conceituada revista musical Billboard e o de Melhor Artista Feminina pela Bravo Magazine.

Daydream (1995) transformou-se em outro fenômeno de vendas. A faixa 'Fantasy' conquistou os primeiros lugares já em sua estréia; 'One Sweet Day', em parceria com o grupo de soul Boyz II Men, permaneceu nos primeiros lugares por 16 semanas. Há neste álbum ainda, um cover da banda Journey, 'Open Arms', da qual Mariah se diz fã. Butterfly (1997) contou com várias parcerias, entre elas grandes nomes do Hip Hop e R&B como Missy Elliott, Puff Daddy (Sean Combs) e até com uma composição em conjunto com Elton John e seu parceiro, Bernie Taupin.

Carey parecia estar no ápice de sua carreira. Já havia conquistado os mais diversos prêmios da indústria fonográfica, vendido milhões de cópias por todo o mundo e entrado no hall dos maiores artistas da história. #1's (1998) veio para consolidar a sua glória. Este álbum é uma compilação com 13 músicas que estiveram nas primeiras posições da Billboard, 4 músicas inéditas e um faixa bônus na versão internacional. O single principal deste disco é 'When You Believe', tema do desenho O Príncipe do Egito (1998), cantado em dueto com Whitney Houston (que dizem as más línguas, mantinha um relacionamento em clima de rivalidade) e que foi premiado com o Oscar de Melhor Canção Original.



O próximo disco, Rainbow (1999), não fez tanto estardalhaço quanto os anteriores. Os destaques ficam por conta das músicas 'Heartbreaker' e da regravação de 'Against All Odds (Take a Look at Me Now'), de Phill Collins. Mariah começou a usar sua sensualidade com mais intensidade, como estratégia para vender seus trabalhos, como fica claro na capa de Rainbow e em clipes e capas de revista da época.

Em 2001, já pela Virgin Records, foi lançado o álbum Glitter, que compõe a trilha sonora do filme homônimo que a cantora estrelou e produziu. O disco é considerado pela crítica um dos mais fracos de Mariah e o filme foi um completo fiasco. O próximo trabalho da cantora saiu pela Island Jam Records, selo da Universal Music. Charmbracelet (2002) vendeu mais de um milhão de cópias e Mariah chegou a vir ao Brasil para divulgá-lo.

O último disco de estúdio da cantora tem o estranho e curioso nome de The Emancipation of Mimi (A Emancipação de Mimi). "Mimi" é um apelido de infância de Mariah, que, de acordo com a cantora é usado apenas por pessoas próximas a ela. Sobre a escolha do título, ela mesma comenta: "é uma daquelas pequenas coisas que eu guardava para mim mesma, com o intuito de separar a minha vida pública da pessoal. Ao nomear meu novo álbum de The Emancipation of Mimi estou baixando a minha guarda e convidando meus fãs a ficarem mais próximos de mim. Neste trabalho me sinto mais madura como pessoa e artista, que não está mais aprisionada pelas inseguranças ou se sente obrigada a ter que responder às expectativas que outras pessoas possuem sobre a Mariah Carey".

Curiosidades à parte, o fato é que The Emancipation of Mimi foi o álbum do ano pela Billboard em 2005 e chegou a marca de 4.969.000 cópias até janeiro deste ano. Ou seja, Mariah continua sendo uma das cantoras mais rentáveis que já surgiram na indústria fonográfica.

Com tanto sucesso, é óbvio que a cantora seja alvo de tablóides e programas televisivos sensacionalistas. É só observar de tempos em tempos a especulação pesada da mídia sobre o "novo namorado de Mariah Carey" ou comentando sobre "o vestido deslumbrante" com o qual a cantora foi a tal festa e coisas do tipo. Tudo isso é resultado da publicidade em torno de sua figura, e que acaba dando certo.

E as estatísticas dizem pro si só. Hoje, Carey é considerada a cantora que mais vendeu em todo o mundo, praticamente todos os seus álbuns estão nos tops e seus singles, cada vez que lançandos, entram nos primeiros lugares das paradas musicais. Se são marketing, talento, ou sua beleza os respnsáveis pelo seu sucesso, não importa, o que realmente importa— ao menos para os fãs e principalmente pra ela — é que seu sucesso perdura e neste ritmo, perdurará por muito tempo ainda.




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Website: http://www.mariahcarey.com

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Marvin Gaye

ArtistaDiscografiaLetrasNotíciasNascido no dia 2 de abril de 1939, em Washington, Estados Unidos, Marvin Pentz Gay Junior é o segundo dos três filhos do senhor Marvin Gay — um pastor ordenado pela conservadora seita cristã Casa de Deus. Por influência do coral da igreja que freqüentava, Marvin (o filho) começou a cantar com apenas três anos de idade.

Não demorou muito para o garoto tornar-se solista do coral e também começar a se destacar no piano e na bateria. A música era para o jovem artista uma verdadeira válvula de escape, na qual ele fugia da apavorante vida familiar: durante toda a infância, Gaye apanhava do pai diariamente.

Profissionalmente sua carreira musical começou ao lado do conjunto Harvey and The Moonglows, clássico do chamado doo wop, aqueles grupos vocais típicos da década de 50. Junto com os Moonglows, Gaye teria aprendido várias técnicas, utilizadas posteriormente nos discos que produziu. E foi também com a banda, através de um concerto em Detroit, que ele chamou a atenção dos empresários que resolveram apostar no seu potencial.

Sua história na música e na vida pessoal, por conseqüência, começaria a mudar no ano de 1961, quando o cantor foi contratado pela Motown. Durante sua permanência na gravadora, entre os anos de 1961 a 1982 aproximadamente, Marvin Gaye (agora com um "e" a mais no sobrenome) representou uma peça fundamental na empresa, atuando como compositor, produtor e instrumentista. Ele seria também a figura que transformaria o nome Motown em sinônimo de ótima música negra.

O artista, desde o começo, já mostrava que tinha aptidão para produzir bons discos e músicas históricas. Embora ele desejasse se tornar o próximo Nat King Cole, Marvin não teve como escapar do estilo aprendido com o doo wop, o que, de certa forma, o direcionava mais para as melodias populares atraentes que o consagraram.

Mas os singles românticos de Gaye não eram compatíveis com os hits poderosos que a Motown pretendia ter no seu catálogo. Nessa incompatibilidade artística surgiram as primeiras brigas entre o músico e sua gravadora, que duraram praticamente durante toda a história profissional de ambos.

Porém, desta briga pode-se dizer que surgiu o mais importante disco na carreira de Marvin e também um dos mais importantes para a discografia mundial. What’s Goin On (1971) é o nome da obra que mudaria os rumos da concepção da música afro-americana.

Voltando um pouco na história. O disco foi produzido na época posterior em que Marvin Gaye estava bastante incomodado por considerar o seu trabalho completamente irrelevante em relação às transformações sociais que assolavam a América. Após colocar diversos hits nas paradas, a maior parte do ano de 1970 o compositor passou recluso.

O resultado do silêncio de Marvin foi um disco que alterou para sempre a história da black music. Incorporando o jazz e a música clássica, com um forte elemento vindo das percussões, essa obra-prima sustenta os pensamentos e as crenças do cantor. Músicas que abordavam questões como a pobreza, corrupção policial e principalmente as mazelas da guerra no Vietnã.

Berry Gordy (chefão da Motown e pai da mulher de Marvin, Anna Gordy), inicialmente se recusou a lançar o disco, afirmando que o trabalho não teria apelo comercial. Acabou cedendo depois de muita insistência e até certa dose de ameaça partida de Gaye - ele disse que caso o registro não fosse lançado, iria distribuí-lo sem o apoio da gravadora. Certa vez, Marvin deixou claro para a diretoria da empresa: “Lancem o LP, ou nunca mais gravarei para vocês”.

Em resumo: O cantor sentiu-se vingado quando a magnífica faixa-título alcançou o 2º lugar nas paradas em 1971 e as duas canções seguintes – ‘Mercy Mercy Me’ e ‘Inner City Blues (Make Me Wanna Roller)’ - também chegaram ao Top 10. O sucesso comercial do disco garantiu que Gaye continuasse a ter todo o controle sobre seu próprio trabalho e isso ajudou a afrouxar as rédeas de outros artistas da Motown (caso de Stevie Wonder, que também assumiu o controle de seu próprio destino).

Já no próximo disco, não menos importante, houve novamente uma mudança no conceito lírico das composições. Let’s Get it On (1973) trazia um artista com uma temática menos política e mais pessoal. Estão nas letras os conflitos com o pai, as dúvidas existenciais e outras questões sobre a vida particular do compositor, inclusive boas pitadas de erotismo. A faixa-título chegou ao 1º lugar no Top 10 americano e o disco se tornou um dos seus trabalhos mais bem sucedidos.

Era um dos últimos suspiros artísticos do músico, antes de começar a se acentuar os problemas que permearam o final de sua vida. O fim do casamento com Anna, as brigas cada vez mais constantes com o pai e o vício em cocaína que aumentava a cada dia, tornaram a vida pessoal de Marvin Gaye, proporcionalmente com o sucesso que ele alcançou. Um verdadeiro castelo em ruínas.

Sua última aparição pública foi em 1983, quando cantou uma versão toda pessoal de ‘Star-Spangled Banner’ no All-Star Game da NBA, que rapidamente se tornou uma das interpretações mais controversas e lendárias do hino nacional americano.

Na manhã de 1º de abril de 1984, um dia antes de completar 45 anos, o artista foi baleado e morto pelo Reverendo Marvin Gay, seu pai. O motivo: uma discussão acalorada.

Na história ficaram mais de 30 títulos e uma porção de coletâneas e outras compilações que posteriormente foram lançadas e relançadas. Ficou também como exemplo a trajetória do homem, conflitante com ele mesmo e genuinamente artista da música.

Marvin Gaye é um músico e acima de tudo um homem (e seus discos provam tudo) sem precedente na história. Vai continuar assim eternamente!




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Website: http://www.marvingayepage.net/


Romantically Yours
1985
Dream of a Lifetime
1985
Midnight Love
1982
In Our Lifetime
1981
Here, My Dear
1978
I Want You
1976
Let's Get It On
1973
Trouble Man
1972
What's Going On
1971
That's the Way Love Is
1970
Easy
1969
MPG
1969
I Heard It Through the Grapevine
1968
United
1967
Take Two
1966
Moods of Marvin Gaye
1966
How Sweet It Is to Be Loved By You
1965
A Tribute to the Great Nat King Cole
1965
Hello Broadway
1964
Together
1964
When I'm Alone I Cry
1964
That Stubborn Kind of Fellow
1963
The Soulful Moods of Marvin Gaye
1961

'Til Tomorrow
(I Love You) For Sentimental Reasons
Abraham, Martin and John
After the Dance (Versão Vocal)
Ain't No Mountain High Enough
Ain't That Peculiar
All the Way Around
Anger
Anna's Song
Baby Don't You Do It
California Soul
Chained
Cloud Nine
Come Get to This
Come Live With Me Angel
Distant Lover
Feel All My Love Inside
Fly Me to the Moon
Flyin' High (In the Friendly Sky)
Forever
God Is Love
Good Lovin' Ain't Easy to Come By
Heaven Sent You, I Know
Here, My Little Dear
Hitch Hike
Hold Me Oh My Darling
How Can I Forget
How Deep Is the Ocean?
How Sweet It Is (To Be Loved By You)
How You Gonna Keep It (After You Get It)
I Heard It Through the Grapevine
I Met a Little Girl
I Wanna Be Where You Are
I Want You (Versão Vocal)
I Wish It Would Rain
I'll Be Doggone
I'm Your Puppet
If I Could Build My World Around You
If I Should Die Tonight
If This World Were Mine
Inner City Blues (Make Me Wanna Holler)
It Takes Two
It's Madness
Joy
Just to Keep You Satisfied
Keep Gettin' It On
Let's Get It On
Little Darling (I Need You)
Love Woke Me Up This Morning
Loving You is Sweeter Than Ever
Maria
Mercy Mercy Me (The Ecology)
Midnight Lady
More
More, More, More
My Love is Waiting
Once Upon a Time
One for My Baby (And One More for the Road)
One More Heartache
Please Stay (Once You Go Away)
Pride and Joy
Right On
Rockin' After Midnight
Satisfied Feelin'
Save the Children
Sexual Healing
Since I Had You
Somethin' Stupid
Soon I'll Be Loving You Again
Stubborn Kind of Fellow
Take This Heart of Mine
That's the Way Love Is
The End of Our Road
The Onion Song
The Shadow of Your Smile
There Goes My Baby
Third World Girl
This Poor Heart of Mine
Too Busy Thinking About My Baby
Trouble Man
Try It Baby
Turn on Some Music
Two Can Have a Party
What Good Am I Without You
What You Gave Me
What's Going On
What's Happening Brother
What's the Matter With You Baby
When Did You Stop Loving Me, When Did I Stop Loving You
Wherever I Lay My Hat (That's My Home)
Wholy Holy
Why Did I Choose You?
You
You Came a Long Way from St. Louis
You Can Leave, But It's Gonna Cost You
You Sure Love to Ball
You're a Wonderful One
Your Precious Love
Your Unchanging Love

quinta-feira, 14 de maio de 2009

TIM MAIA

Não foi sem motivos que Tim Maia ganhou de Jorge Ben Jor o apelido de "Síndico do Brasil". Em seus quase trinta anos de carreira − interrompida de forma trágica, com sua morte em março de 1998 − o cantor e compositor carioca ajudou a definir a MPB com sua voz e swing inconfundíveis. E quando Tim Maia entrou para valer na cena pop nacioal, já se sabia bem além do Leme e do Pontal: a soul music brasileira havia chegado. E para sempre, tudo graças a música maravilhosa feita pelo Síndico.

A escalada de Tim no showbiz foi marcada pela diversidade de estilos. E também pela polêmica. Antes de gravar seu primeiro compacto em 1968, o então desconhecido Sebastião Rodrigues Maia, com 15 anos, assumiu a bateria da banda Tijucanos do Ritmo. Sua segunda cartada no pop foi no grupo de rock The Sputniks, que contava como membro o então roqueiro Roberto Carlos. Viajou e, para os EUA em 1959, e quatro anos mais tarde seria tocado pelo gospel e pelo soul. Somente em 1968 ganharia da gravadora CBS a chance de gravar o compacto "Meu País", com "Sentimento no lado B.

Chega a década de 70 e com ela Tim Maia despontaria no mundo do disco. Por indicação da banda Os Mutantes, o músico finalmente assinaria com a Polygram para a produção de um LP Tim Maia. Com o disco, canções como "Azul da Cor do Mar", "Primavera" e "Eu Amo Você" começavam a atrair a atenção da crítica, dos fãs e também das feras da MPB, como Elis Regina. Na seqüência, mais hits: "Não Quero Dinheiro (Só quero amar)", na "Gostava tanto de você" e "Réu confesso". Influenciado pela Cultura Racional, Tim decide mergulhar na filosofia ufologista, e com ela lançaria dois discos inspirados pelo tema Tim Maia Racional Volume 1 e Volume 2.

Já pelos ares mais democráticos dos anos 80, com a escalada do rock nacional, pontuado por Lulu Santos, Barão Vermelho, Legião Urbana e outros nomes, Tim Maia conseguiria se manter atual e no gosto do jovem. "Descobridor dos Sete Mares" balançou as paradas, ao lado de "Me Dê Motivo". O sucesso continuaria com seu dueto com Gal Costa em "Um dia de Domingo" (85) Desanimado com as gravadoras, fundaria a gravadora Vitória Régia nos anos 90, que não emplacaria por problemas financeiros. No final da década, Tim não conseguiria sobreviver a um mal súbito quando se preparava para cantar no palco do Teatro Municipal de Niterói. Cinco anos depois de ganhar o apelido de Síndico por Jorge Ben Jor (extraído da letra da canção W/Brasil), Tim nos deixaria órfãos de sua música e carisma no dia 15 de março de 1998.

Discografia

Anos 70

Depois de gravar seu primeiro compacto em 1968, Tim foi convidado pela Polygram para produzir seu primeiro LP, lançado em 1970. Com o álbum, os hits "Azul da Cor do Mar", "Primavera" e "Eu Amo Você". Mais sucessos viriam com o segundo disco homônimo (1971). Entre eles, "A festa do Santo Reis", "Não quero dinheiro (Só quero amar)", "Não vou ficar" e "Você" e ainda" e "Preciso aprender a ser só". Até o final da década, Tim mergulharia de cabeça em sua fase racional, com os álbuns Tim Maia Racional Volumes 1 e 2, lançados respectivamente em 1975 e 76.

Anos 80

Tim Maia continuaria nas paradas graças ao excelente Descobridor dos Sete Mares (1983). Em 1985, o dueto produzido ao lado de Gal Costa se transformaria em um hino romântico da década "Um dia de Domingo". A música foi lançada em um álbum que traria ainda "Pede a Ela" e "Leva". No ano seguinte o homônimo Tim Maia apresentou ao público o megahit "Do Leme Ao Pontal" − música que se tornaria uma de suas marcas registradas na MPB.

Anos 90

Na última década de sua vida, Tim Maia decide aplicar suas economias na criação de um selo musical, o Vitória Régia, com nome tirado de uma música gravada e lançada por ele em 1978. Fora da vida empresarial, sua múisica continuaria a fascinar. E "Vale Tudo" − compacto extraído de Dance Bem (1990) leva Tim de volta ao topo das paradas. Em 1993, Jorge Ben Jor o presenteia com o apelido perfeito "Síndico", extraída da letra de sua música "W/Brasil". No mesmo ano, Tim regrava "Como Uma Onda", de Lulu Santos e a música emplaca.. Quatro anos mais tarde, Tim ousaria lançar mais cinco trabalhos quase simultâneos: Pro Meu Grande Amor, Sorriso de Criança, What a Wonderful World. Amigos do rei - Tim Maia e os Cariocas e Só Você − Para ouvir e dançar.

Novidades sobre o Síndico:

Foi anunciada recentemente a produção de um longa-metragem baseado na biografia de Tim Maia escrita por Nelson Motta "Vale Tudo − o som e a fúria de Tim Maia".